Não é uma tarefa fácil professorar.... Principalmente se as certezas são tão mambembes como os teatros que passam de praça em praça e tão gozadoras como as Comedias Dell'art... Que vão passando e deixando suas marcas....
Izadora Duncan e Ionesco? Esse casamento: dessa moça que é muito cabeça dura, que insiste em dançar balé (ou ballet) clássico sem sapatilhas ,com esse homem que não se decidi se é do teatro ou se é da literatuta. Ele acha que a gente, que professora e teateia, fala demais e escreve demais. Que homenzinho petulante! Ele acha que somos verborrágicos.
E, não obstante, para rir de nossas caras ele acha que vivemos numa incomunicabilidade constante. Uma grande impossibilidade ser da Educação e ser incomunicável. Ele é um doente da cabeça. E para comprovar a insanidade desse ser: ele escreve uma peça demonstrando que nós, seres racionalmente humanos, podemos pegar uma doença que pode nos transformar em rinocerontes. É uma piada essa senhora e esse senhor....
Nesse mundo aparece cada pessoa que não sabe ser dialético, e ainda conseguem sobreviver democraticamente.
Enquanto isso, o teatro e a dança vão seguindo com seus gozadores e zombeteiros. O que nos resta? Fazer obras (para não dizer obrar)
"O riso destrói as certezas. E especialmente aquela certeza que constitui a consciência inclauzuarada: A certeza de si. Mas só na perda da certeza do permanente questionamento da certeza, na distância irônica da certeza, está a possibilidade do devir. O riso permite que o espirito alce vôo sobre si mesmo. O chapéu de guiza tem asas". (LARROSA, 2001, pag. 181)
Izadora Duncan e Ionesco? Esse casamento: dessa moça que é muito cabeça dura, que insiste em dançar balé (ou ballet) clássico sem sapatilhas ,com esse homem que não se decidi se é do teatro ou se é da literatuta. Ele acha que a gente, que professora e teateia, fala demais e escreve demais. Que homenzinho petulante! Ele acha que somos verborrágicos.
E, não obstante, para rir de nossas caras ele acha que vivemos numa incomunicabilidade constante. Uma grande impossibilidade ser da Educação e ser incomunicável. Ele é um doente da cabeça. E para comprovar a insanidade desse ser: ele escreve uma peça demonstrando que nós, seres racionalmente humanos, podemos pegar uma doença que pode nos transformar em rinocerontes. É uma piada essa senhora e esse senhor....
Nesse mundo aparece cada pessoa que não sabe ser dialético, e ainda conseguem sobreviver democraticamente.
Enquanto isso, o teatro e a dança vão seguindo com seus gozadores e zombeteiros. O que nos resta? Fazer obras (para não dizer obrar)
"O riso destrói as certezas. E especialmente aquela certeza que constitui a consciência inclauzuarada: A certeza de si. Mas só na perda da certeza do permanente questionamento da certeza, na distância irônica da certeza, está a possibilidade do devir. O riso permite que o espirito alce vôo sobre si mesmo. O chapéu de guiza tem asas". (LARROSA, 2001, pag. 181)

Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirE as obras somos nós... com nossas maluquices, dores, cansaços e com a criatividade que nos faz sobreviver a tudo isso.
ResponderExcluirProfessorar com arte... é transformar nossos alunos em obras de arte de si mesmos... mostrar que a criação nos engrandesce, possibilitando uma vida mais humana e bacana.
Por isso é preciso profanar... seguir em frente sem olhar para o lado que nos puxaria para um vórtice padrão.
Profanar é dizer sim à arte em sua gama de possibilidades... e dizer não à mediocridade.